terça-feira, 10 de junho de 2008

Pois é... Quem Pode iPod


Segue abaixo uma lista de instrumentos musicais:

Bateria

Piano

Violão

Guitarra

Flauta

Banjo

Tambor

Violino

iPhone (????)


Você não leu errado o último ítem.

Podemos não achar que seja um instrumento musical, mas três estudantes austríacos de arte acham e, até o momento, eles têm razão. Formando um grupo um tanto... Diferente, as canções se resumem a iPhones, sendo usado até um Nintendo DS no primeiro trabalho.
Logo trataram de levar seu talento ao mundo YouTube e o vídeo, que estreou em 17 de fevereiro, chamou a atenção de muita gente, liderando o ranking por um breve período.
Marina, Seb e Roger são os integrantes, tendo a primeira como vocalista (pois é, também tem vocal). Os três moradores de Viena já deram entrevistas para a TV e conquistaram uma legião de fãs.
Em minha humilde e leiga opinião sobre o universo musical, acredito que iBand seja o segundo grupo musical mais criativo, depois de Gorillaz. Preciso concordar que a iniciativa é no mínimo iNteressante.

Confira o primeiro vídeo da iBand, ainda sem vocal:  http://www.youtube.com/watch?v=Mh0VX74alwk

E o segundo vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=mwoPgnvpPQg

Obs.: estava com problemas para postar os vídeos, então tive que passar apenas os links dessa vez.

Por Leandro Freire

Ferro Faz Bem à Saúde


Com piadas, um herói politicamente incorreto e boas cenas de ação se constrói um filme chamado Homem de Ferro.
Típico sujeito milionário que só pensa na boa vida que tem é a definição para Tony Stark, o "herói" da vez. Em uma linguagem mais informal, é o "todo errado".
Inteligente e sedutor, Tony consegue facilmente conquistar as mulheres. É o dono de uma empresa especialisada em produtos de ponta.
Seguindo a onda Batman, Stark utiliza a tecnologia para virar o salvador da pátria. O que o difere dos outros heróis é o fato de não ter tomado uma decisão como "vou me vingar e virar herói para livrar o mundo dos vilões" ou "as pessoas precisam de ajuda e vou usar o que tenho para oferecer isso a elas". Ele simplesmente usa a imagem vermelha e amarela de titânio como uma chance de corrigir erros cometidos no passado. Sua intensão inicial, na verdade, nem era o uso da violência, mas sim, tornar sua armadura uma máquina com a intenção de realizar o maior sonho da humanidade: voar.
Percebendo que o mundo não era apenas um mar de rosas, foi feito um ajuste aqui, outro ali e... BAM! Temos a famosa roupagem munida de armas até os dentes.
Unindo elementos mencionados no início do texto, mais o bom uso da redenção como tema, o filme narra à passos largos a construção de um homem pedindo perdão da melhor maneira: criando uma máquina de guerra a favor da paz.

Por Leandro Freire

(ou não)

Podem comemorar (ou não)! O Blog está de volta!
Lá se foi a primeira leva de trabalhos da faculdade e com isso chegam as novidades (ou não). Então, chega de papo-furado e vamos ao que interessa (ou não).

Por Leandro Freire